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quinta-feira, 8 de julho de 2010

GRANDES CONTISTAS, GRANDES TRUQUES - Parte III

Olá para todos, estamos aqui nesta seção para mostrar um pouco sobre como os grandes contistas fazem para conseguir ter em seus textos aqueles elementos que fazem com que o citemos como inesquecíveis, incríveis, etc. O propósito desta exposição não é exatamente acadêmico; entretanto, podemos considerá-lo de extrema e importância e utilidade. Salientamos também que os “truques” a que nos referimos no título deste “ensaio” deve ser entendido como os segredos, as técnicas, “o pulo do gato”, enfim, tudo aquilo que eles não mostram diretamente em seus textos, mas que pode ser percebido por um leitor astuto.  Para iniciarmos nossa explanação, falaremos um pouco sobre os princípios do conto.
Em tempos em que a literatura se apóia nas mídias virtuais, para criar novos rumos, ganhamos um bem precioso: a liberdade. Sim, com a internet, neste caso em especial os blogs, podemos com facilidade postar nossos textos escondidos na gaveta para que um mundo inteiro veja, opine, critique ou admire. Entretanto, esta liberdade pode nos ser uma faca de dois gumes, uma vez que qualquer pessoa pode publicar virtualmente seus escritos, desde escritores de renome a pessoas que ainda não terminaram o Ensino Médio. Sendo assim, consideramos que é de suma importância a quem está lendo este texto e é admirador deste belíssimo “caracol de linguagem”, como bem falava Julio Cortázar, que entenda o que realmente é um conto. Para uns sabemos que este texto parecerá infantil e desnecessário, mas ao nos depararmos com freqüência com prosas poéticas, poesias ou meros pensamentos e reflexões sendo ditos como contos pela internet, acreditamos que será de valia algumas explicações.
Primeiramente, vemos que há não apenas na internet esta dificuldade em saber o que é um conto. Para se ter uma idéia, Mário de Andrade dizia que “conto é tudo aquilo que você disser que é conto”.  Declarações como essas não deixam de ter seu fundo de verdade, porém contribuem para a confusão em tela. Há de se observar que temos dois momentos importantes do conto. O conto oral, aquele que vem de tempos imemoriais atravessando séculos e contribuindo para a difusão de mitos, crenças, opções e culturas mundo afora; e a partir do Século XVIII até nossos dias temos o conto literário, aquele que se apóia verdadeiramente em técnicas de escrita para criar seus efeitos. 




Wander Shirukaya,
escreve contos e está aberto ao debate. Pode ser achado aqui:
http://blogdoshirukaya.blogspot.com/




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5 comentários:

Wander Shirukaya disse...

Ei, t indiquei ao selo Sunshine Award! QQr coisa v o post no meu blog e pega o selo!
http://blogdoshirukaya.blogspot.com/2010/07/selos.html

Indique mais pessoas a este prêmio!

Papéis ONline disse...

sim e temos ainda a crônica que é um texto que nasceu do jornal e esse nasceu da Crônica Medieval, classificar texto fica cada vez mais difícil com o passar dos anos e com as escolas libertarias

Josivan disse...

Lindo blog.

Lidianne Andrade disse...

eu gostei da proposta, vou dar uma lida melhor e ve se participo. escrevo umas coisinhas tambem, mas sou timida! bjos

Neuro-Musical disse...

Gostei do texto. Com a internet, surgiu e surge novos escritores. Todos os dias se pode observar isso. Seja em qualquer ramo!

http://cerebro-musical.blogspot.com

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