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quinta-feira, 24 de junho de 2010

GRANDES CONTISTAS, GRANDES TRUQUES

Olá para todos, estamos aqui nesta seção para mostrar um pouco sobre como os grandes contistas fazem para conseguir ter em seus textos aqueles elementos que fazem com que o citemos como inesquecíveis, incríveis, etc. O propósito desta exposição não é exatamente acadêmico; entretanto, podemos considerá-lo de extrema e importância e utilidade. Salientamos também que os “truques” a que nos referimos no título deste “ensaio” deve ser entendido como os segredos, as técnicas, “o pulo do gato”, enfim, tudo aquilo que eles não mostram diretamente em seus textos, mas que pode ser percebido por um leitor astuto.  Para iniciarmos nossa explanação, falaremos um pouco sobre os princípios do conto.
Em tempos em que a literatura se apóia nas mídias virtuais, para criar novos rumos, ganhamos um bem precioso: a liberdade. Sim, com a internet, neste caso em especial os blogs, podemos com facilidade postar nossos textos escondidos na gaveta para que um mundo inteiro veja, opine, critique ou admire. Entretanto, esta liberdade pode nos ser uma faca de dois gumes, uma vez que qualquer pessoa pode publicar virtualmente seus escritos, desde escritores de renome a pessoas que ainda não terminaram o Ensino Médio. Sendo assim, consideramos que é de suma importância a quem está lendo este texto e é admirador deste belíssimo “caracol de linguagem”, como bem falava Julio Cortázar, que entenda o que realmente é um conto. Para uns sabemos que este texto parecerá infantil e desnecessário, mas ao nos depararmos com freqüência com prosas poéticas, poesias ou meros pensamentos e reflexões sendo ditos como contos pela internet, acreditamos que será de valia algumas explicações.
Primeiramente, vemos que há não apenas na internet esta dificuldade em saber o que é um conto. Para se ter uma idéia, Mário de Andrade dizia que “conto é tudo aquilo que você disser que é conto”.  Declarações como essas não deixam de ter seu fundo de verdade, porém contribuem para a confusão em tela. Há de se observar que temos dois momentos importantes do conto. O conto oral, aquele que vem de tempos imemoriais atravessando séculos e contribuindo para a difusão de mitos, crenças, opções e culturas mundo afora; e a partir do Século XVIII até nossos dias temos o conto literário, aquele que se apóia verdadeiramente em técnicas de escrita para criar seus efeitos. 

13 comentários:

Talles Azigon disse...

Com o advento do Modernismo ganhamos um aliado:
A liberdade.
experimentar e criar, porém que se crie com qualidade, não basta sair por aí fazendo qualquer coisa temos que ter capricho e intenção artística, o artista sério sempre sabe que vai passar um mensagem ou algumas sensações para que seu público se sinta deslumbrado, o bom artista consegue causar deslumbramentos

Maravilhoso Artigo meu caro, aguardamos mais desse

Walquiria Domingues disse...

Blog de qualidade! vou seguir, ok?
grandes abraços
kika

Wander Shirukaya disse...

Obrigado aos q aqui passarem, quinta que vem continuo esta seção. Qqr dúvida entrem em contato!
^^

GUILHERME T DE BASTOS disse...

A gente tem que escrever. Se vai virar conto, poema, poetrix aí é outra coisa. Na verdade, dos meus poema-contos ou coisa que os valham, eu nunca sei ao certo o que eles querem ser ou o que os outros querem que eles sejam, sei que eu quero que eles sejam e ser é o que basta. As técnicas existem, o estilo também e as classificações são inevitáveis mas a gente tem que escrever abertamente, livremente, deixar que nos guiem as mãos sobre a folha inconscientemente. Tudo bem, claro que nem sempre é assim, ora nós forçamos a barra com a escrita e acho que todos percebem que assim não vai pra frente. Portanto, mesmo que existam os truques eles não se comparam a magia de soltar o braço sobre tudo! Mas se eles existem e ajudam a nossa limitada cabecinha e o nosso estilozinho maltrapilho eu quero aprendê-los! Rsrs. Vamos avante, cambada! Conto com todos vocês (trocadilhozinho chulo!). Rss. Abraços!

Macaco Pipi disse...

CARA
NINGUÉM EVOLUIU NADAA

O Judeu Ateu disse...

Não concordo nem discordo....muito menos pelo contrário.

Acho que as pessoas devem escrever o que quiserem, se faz sucesso por um motivo ou por outro, não importa, mas é claro que devemos nos focar no que é de qualidade, mas mesmo assim....sei lá. Acho que é um tema pra muito debate.....

Rodrigo Celi disse...

belo texto, adorei

Limao =] disse...

sinceramente eu boiei no texto '-' literatura nao é nunca vai ser meu forte sorry =x

Karla Hack disse...

A primeira vez que eu enccontrei esta dificuldade de classificação foi, justamente, quando comecei a compartilhar meus textos na internet. Tive que ir atrás para melhor compreender e, até mesmo, para melhor escrever!
Gostei muito de seu artigo... Bom ter você por aqui!
;D

Rodrigo Ferreira disse...

Adoreii seus grandes colunistas e os grandes truque

adoreiiii ,mesmo

bjus

Mayara disse...

Amei esse blog, principalmente o layout dele e o conteúdo, claro :D
Está de parabéns.

Barbara Fiedler. disse...

Obrigada pela visita, espero mais visitas suas lá no Jardim!

Beijo!

Wander Shirukaya disse...

Ao Gulherme de Bastos:


Concordo em termos com vc, caro amigo. A melhor maneira de se conseguir algo interessante é escrevendo. Porem, como vc mesmo salientou, liberdade demais póde atrapalhar e mais conhecimento nunca foi empecilho para criação. Se nao engano, foi Picasso (me perdoe se eu estiver errado) qm disse "transgressão não vale nada se vc não conhece a regra". É simples, para se quebrar as regras devemos conhece-las, e muitas vezes elas nos serão uteis.
Vamo q vamo! Obrigado a todos.

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