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sexta-feira, 16 de julho de 2010

Poema sem fim - Ricardo Fenerich

Pode se passar o tempo necessário
para que o futuro se torne presente
e o presente se torne passado,
porque nesse mundo que gira
nesse mundo que mira,
nesse mundo que expira o tempo
que por si vai passando,
hei que poderei de afirmar uma só coisa:
Eu te amo!
E enquanto esse poema eu recitar,
esse amor sucinto ainda há de ficar,
porque quando este poema sem fim acabar,
e o tempo minhas palavras levar,
então, o amor que sinto por ti
foram apenas palavras do futuro
que viraram presente
e com o vento que sopra carente
no passado vão ficar!








Ricardo Fenerich
Um aprendiz das letras, um poeta em formação.

6 comentários:

Marcio Rufino disse...

Muito bacana seu poema, cara. Parabéns.

Gostaria de convidá-lo a ler
http://emaranhadorufiniano.blogspot.com
e
http://po-de-poesia.blogspot.com

Abrçs!!!

Marcio Rufino disse...

Tenho publicado aqui no papéis online o poema Cravo Nú. Fique a vontade para ir lá dar uma olhadinha. Abrçs!!!

Jeferson Guedes disse...

Amores... Eles nos fazem escrever... Mesmo que sejam palavras hostis... Ou de mais profundo brilho... Como o que tu escreveu. ^^ Adorei!

Sidney Jr. Miranda disse...

#CheckPoint @Sidney_Vilao: Lindo de mais, gosto muito de ler poemas desse estilo!

Thank you!

Vilão do Romance
http://vilaodeumromance.blogspot.com
.
Música Online
http://downmusicaonline.blogspot.com
.

Rafael disse...

poema muito maneiro. Curti mesmo =D

http://www.leontextos.blogspot.com

Karla Hack disse...

O melhor dele é o ritmo que nos causa...
Muito bom!
;D

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